Um cupão digital transforma uma vantagem numa autorização individual. Depois de entrar na conta e escolher a oferta, o sistema cria um código único associado ao utilizador e à campanha. Na utilização presencial, a marca pode ler o QR ou introduzir o código no painel de validação. Depois de confirmado, o cupão muda de estado para evitar reutilizações indevidas.
O que importa saber
O código não deve conter dados pessoais visíveis. A validação precisa apenas de confirmar que o cupão existe, está ativo e corresponde à oferta. Evite publicar o QR nas redes sociais ou enviá-lo a desconhecidos. Se perder acesso à conta ou notar atividade inesperada, altere a palavra-passe e contacte o apoio.
Para colaboradores, o QR da entidade empregadora tem outra função: é um convite de registo, não o cupão final. Esse acesso associa a conta à empresa e permite mostrar condições elegíveis. O cupão continua a ser gerado individualmente para cada vantagem. Separar convite e utilização melhora a medição e reduz confusão.
Como aplicar na prática
As empresas devem receber apenas indicadores agregados sobre adesão e utilização do programa, salvo outra base legal e informação transparente. O empregador não precisa de conhecer escolhas individuais para avaliar se o benefício é relevante. As marcas recebem apenas os dados necessários para cumprir a oferta e prevenir abuso.
Antes de apresentar o cupão, confirme validade, estabelecimento e condições. Não entregue a palavra-passe a funcionários da marca. Um sistema simples deve permitir validar a vantagem sem copiar documentos pessoais ou fotografar o ecrã além do necessário.

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